Cedo... é assim que começam as melhores aventuras relatadas neste espaço e hoje não foi excepção. Nem o vento ou a possibilidade de estrada molhada me impediram de sair de casa para espairecer as ideias... e as pernas. Destino: mar; foi dia de ver o mar na Foz do Arelho.
Foi uma aventura longa, considerando que há menos de uma semana estava de cama. Tinha que tentar. Tinha que saber se iria desistir e voltar a casa, poucos quilómetros depois de me afastar dela. Mas a vontade (há quem lhje chame bichinho) foi maior que as dificuldades.
Podia ter escolhido percurso melhor, especialmente na volta, mas não teria a menor graça. É tão bom estar sempre à beira do limite, sem saber se haverá hipótese ou não de o ultrapassar. É como a vida... tudo tem os seus limites.
Apesar de não ter alimentação adequada não me fiz rogado às bolachinhas que foram no bolso de trás. E a bebida energética e a água pura também não faltou.
Nada mais a relatar. Fica o texto e as fotos possíveis. E a promessa de voltar.
PS: A BH contínua a queixar-se mas a alegria sente-se a cada pedalada.
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